terça-feira, 1 de maio de 2012

Cada vez me convenço mais que não adianta trabalhar muito e economizar para se ter alguma coisa na velhice, primeiro por não ter certeza que ficaremos velhos . Vejo pessoas que vieram de famílias ricas e perderem tudo, outros que nada tinham tornarem-se ricos em pouco tempo, uma constante troca de mãos do dinheiro. Como não acredito no fator sorte, e azar penso que nós temos determinado antes mesmo de nascer o que teremos. Assim sendo, não creio em casualidade. Conhecemos pessoas que em tudo que toca vira ouro, como diz minha mãe, nasceram com o rabo virado pra lua. Veja o caso do Pelé, é claro que foi um dos maiores jogadores do mundo, mas ele ficou muito mais rico depois que parou de jogar, e isso já faz muito tempo. Tem pessoas que nasceram para serem vencedoras e outras não, um exemplo, pelo menos ate hoje é o caso do Barrichello e Felipe Massa ótimos pilotos , um ótimo carro, mas o fator sorte infelizmente não os deixou ser campeão na formula 1 . Outro Exemplo é o ex presidente Lula. Quem diria que uma pessoa nascida em uma pequena cidade de Pernambuco acabaria chegando a presidência e rico como sabemos. Outro exemplo o Tancredo Neves, tanto lutou, a vida toda foi político, mas quando chegou la, morreu. Um exemplo de quem quase chegou la, mas por pouco não conseguiu, José Serra e Geraldo Alckmin . Quem nunca ouviu falar de um caso do cara que foi na cozinha tomar água e nesse exato momento um caminhão caiu bem em cima de sua cama... O mesmo caso de um lugar deserto onde passa um trem uma vez por semana e um carro por dia e os dois acharam de se encontrar no cruzamento nesse mesmo instante. Por isso que digo, não acredito em bala perdida, não creio em erro medico, não creio em sorte e azar por mim já foi acertado antes e o que nos resta e cumprir. sem medo do futuro pois o que tiver de ser será, e não adianta querer fazer nada, pois no que se refere a dinheiro, creio que como cada pessoa tem que ter experiencia de como vive uma pessoa rica e como sobrevive uma pessoa pobre, Deus em sua infinita sabedoria faz com que cada um passa uma vida de uma maneira, fazendo com isso que as fortunas circulem de mão em mão .
ANIVERSARIO DO CAMILO Sábado passado o Camilo, casado com minha sobrinha Ana Flavia completou 50 anos. A Ana Flavia resolveu fazer uma festa para ele, para uma homenagem e também para poder reunir amigos dele que a muito não se viam. Apesar de nos termos um bom espaço em nosso quintal, ela achou melhor alugar um salão maior devido a grande quantidade de gente prevista para virem, afinal uma pessoa que faz 50 anos, gente boa como ele tem muitos amigos. Temos o costume de nos ajudarmos no que for preciso para a realização da festa, seja na limpeza, arrumação decoração do salão e tudo o mais, ficando as pessoas para servir e assar a serem contratadas.. Eu e o Cesar meu sobrinho e o Camilo ficamos com a incumbência de cortar, temperar e colocar nos palitos as carnes, na parte da manhã e a tarde distribuir as mesas cadeiras e ajudar a encher as bexigas. Minha sobrinha falou, que bom se agente pudesse pagar fazer pra tudo..., só chegar como convidado na hora da festa. Eu discordei, porque acho que os preparativos já fazem parte da festa, assim como a viagem já faz parte do passeio Lembrei-me de quando criança minha avó Sophia resolvia fazer pamonha e convidava minha mãe e minhas tias para ajudá-las. Para nos crianças era muito bom porque nos reuníamos vários primos que moravam um tanto longe e nos víamos mais em finais de semana e enquanto as mulheres descascavam as espigas e ralavam o milho sem parar um minuto de falar, nos íamos pegando os sabugos já ralados para brincar. Hoje, no corre corre do dia a dia pensamos em fazer tudo tão depressa que acabamos de valorizar pequenas coisas que são importantes no final do que estamos esperando. Como no caso da viagem de avião, é claro que é mais rápida, menos cansativa mas não tem aquele gostinho da viagem de carro quando se viaja sem pressa, uma paradinha em um posto par ir no banheiro e comer alguma coisa, uma outra parada ali para pra tirar uma foto sem contar a paisagem diferente a cada instante vista pela janela. Andamos, ou melhor corremos tanto que acabamos não desfrutando boa parte de nossa vida que poderia ser vivida melhor se não fossemos tão apavorados.